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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Banda de Rock Alternativo TREZE PROVISÓRIO faz lançamento INÉDITO no CIRCUS ROCK BAR

"Recebi ontem o convite do amigo Wanderson  da banda de Rock alternativo e autoral de Bh "TREZE PROVISÓRIO" e me deixou muito surpresa,  não só pelo convite,  mas pelo projeto do vídeo clipe e mais ainda,o local onde ocorrerá o lançamento.
Nunca fiz questão de divulgar o dito-cujo "Circuito do Rock" de Bh exatamente pelo fato de se posicionarem de forma elitista e coverista. Até que me veio esta grata surpresa. 

Autoral no Circuito do Rock? Uai!!! Num é que estão acordando?

Quem ganha com isso é o publico, a cidade , as bandas com trabalhos autorais alternativos, afinal todos ganhamos. Uma luta que estamos travando há mais de 12 anos em prol do autoral, levantamos bandeiras do + Rock Brasil juntos, inúmeros projetos pequenos, luta incansável e agora vemos brotar a primeira sementinha!

Vai lá Treze Provisório, vai com tudo, abra o espaço merecido que o autoral precisa e pede passagem!

Da Redação
Leda Rocker

"O novo videoclipe dirigido pelo nosso querido Lelê Machado conta com a assinatura dos cinegrafistas Bruno Vilela e Alice Guimarães, fotografia por Gabriel Bastos e direção de making off de Bruno EFA, além dos traços talentosos do desenhista e ilustrador paulistano Heitor PêCê na essência das imagens.
O lançamento do novo álbum e clipe não poderia ser em outro lugar senão no picadeiro do rock, Circus Rock Bar."




ESPAÇO ROCK BAR COMEMORA 7 ANOS DE PURO ROCK!


E mais um ano de Rock'n'Roll pros Amigos do Espaço Rock Bar comemorarem conosco !!!!!
Sete anos de Estrada com Histórias e mais Histórias pra contar... Aquela Cervejada... Aquela Ressaca... Aquele Relacionamento que começou... e o que terminou... As amizades que conquistamos ao longo desses 7 Anos em que o ROCK'N'ROLL é o único elemento que com Certeza não Faltou pra Ninguém no Bar do Rock !!!!

E pra comemorar mais esse Ano de Rock'n'Roll; Shows com as Bandas Morgana e Ponto 80 !!!!

Sábado dia 7 de Junho, à partir das 21:00 !!!

Entrada:
Masc. R$ 15
Fem. R$ 10

Venham Curtir conosco e Let's Roll que é Rock !!!!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Agenda: Agenda: MAIO # JUNHO # JULHO 2014

Agenda: Agenda: MAIO # JUNHO # JULHO 2014: Agenda: MAIO # JUNHO # JULHO 2014 : LEDA ROCKER APOIA A ONG CÃO VIVER: EVENTOS DE ROCK- BELO HORIZONTE  MAIO /14 ESPAÇO ROCK BAR...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

OPINIÃO DE ROCKEIRO : - Conrado Salazar Ex Devildust fala sobre cenário cover

Olá leitores!
Desculpem a minha ausência, resolvi tirar uma férias!
Estava lendo alguns "posts" do Facebook e achei muito interessante as colocações do amigo guitarrista e ex integrante da banda "Devildust" de Belo Horizonte, Conrado Salazar. Ele respondeu para algumas pessoas, tanto é que existem alguns nomes e tags citados...para dar total veracidade ao texto, apresento para vocês na íntegra o que ele pensa a respeito da cena cover e autoral da nossa cidade.
Tenham uma boa leitura!
Da redação: Leda Rocker

(Minha opinião que postei lá no post anterior, aqui junta. lá, quem tem que ler vai se perder pq já virou uma baderna).
1 - pra mim a cena cover não acrescenta em nada no meio artístico da cidade.

2 - sim, a cena cover está com melhores músicos que a cena autoral. simples explicar: os melhores músicos da cena não são os músicos de fim de semana. são os que vivem disso. pessoas como Ricardo Linassi e Roberto Leite que precisam da música para viver. como uma profissão. pessoas que estudaram, dão aulas, são professores. pessoas que infelizmente desistiram do meio autoral por que precisam de grana pra viver. pergunte a eles mesmo quais os aplausos mais sinceros que eles receberam? se tocando na Cash ou na Rock Station, ou se era no Wisache e Brave, ou no Ata Darc, Dinnamarque, Seawalker e Devildust...e pergunte a eles com qual se sentiam mais realizados e valorizados no palco. por receberem aplausos pelo que eles CRIARAM, se desgastaram, suaram naquilo ou por apenas reproduzir o que já tá feito. não recrimino eles por terem abandonado a cena autoral, mas arrisco a dizer que se ambos, que vivem de música, pudessem ganhar 70% do que ganham com covers pra tocarem autorais, não tenho dúvidas sobre qual a escolha de ambos.

3 - cover sim é uma opção preguiçosa. é muito mais fácil tirar e reproduzir o que já está feito e consagrado, do que criar, compor, tentar inovar. vamos citar aqui o próprio Ian Paice (lendário baterista do Deep Purple): copiar é fácil, criar é difícil. claro, vai aparecer alguém com argumento de "vai tirar Malmsteen, vai tirar Dream Theather pra ver se é fácil"...eu, de antemão respondo: vai compor como eles e ver se é mais fácil que tirar o que eles já fizeram. sentar a bunda na cadeira e tirar é bem mais fácil que buscar uma inspiração, criar uma melodia, fazer arranjos, depois podar o que tá em excesso. fazer uma música com sentido lógico. é a estrada mais fácil é fazer uma banda de cover e, depois, conseguir respeito tocando som próprio. Me deu orgulho de ver o Tormento dos meus amigos Lânio Araújo Rafael Torres e Diogo Amâncio nos show do Torture Squad e do Sodom, sabendo que eles se recusam a fazer cover e ver o público gritando: Tormento, Tormento Tormento...me dava orgulho ver que minha ex banda Devildust, desde os tempos de Inner Fire ainda, quando a formação ainda era Leo Garibaldi Daniel Silva, eu, Spencer Chedid e André Mascarenhas Pereira entrar em estúdio, compor e só sair dali pra palco qnd já tivesse um repertório de autorais prontos e que tivéssemos 1 ou 2 covers no máximo por show. E mesmo assim, não curtíamos tocar lado A. Tocávamos Mercyful Fate, Nevermore, Iced Earth...sempre mudávamos os covers pra não ficarmos estigmatizados como a banda que tocava X...não. Nisso se passaram Guilherme Salomao, Manfredo Savassi Werkhauser, Ricardo Linassi - drummer, Henrique Werner, Rodrigo Cordeiro, Brankko Siqueira, @Roberto Leite, Leonardo Rolla...a banda mudou de nome, mudou um pouco a proposta sonora, mas firmes na idéia de fazer nosso som. No início os shows eram vazios sim...era a hora em q a galera ia pegar cerveja, etc. A gente não tocava cover. Mas foi a estrada mais tortuosa que deu certo. Depois de um tempo, a coisa foi crescendo o povo ia no nosso show por nossas músicas exclusivamente. Mantivemos a proposta de covers "diferentes" tipo Motorhead (e n era ace of spades), Amon Amarth, Pantera, Chrome Division, Twisted Sister, Black Label Society (antes da modinha que assolou bh na época do show)...nada era mais gratificante. Muita gente falava mal? Foda-se, a gente dava a cara a tapa...falavam mal ou bem por uma coisa nossa. Não nos escondíamos atrás de Hits consagrados e indo, medrosamente, colocando aos poucos a cara pra fora da janela pra evitar tomar tomate na cara...ganhávamos grana? No fim da meu tempo lá começou a rolar cachê...hoje não sei como tá. Mas te falo que era foda pegar um dinheiro produto do NOSSO suor...não de um suor alheio
Em tempo: no mesmo show do Torture Squad que o público de BH gritava alucinadamente Tormento, cantava, moshava e tudo mais, Dinnamarque, Silvercrow, DD...todas, fizeram showzassos.

4 - o público daqui é tão nojento, preguiçoso e escroto que o problema deles não é com música autoral não...o problema deles é com conhecer música. Como já conversei várias vezes pessoalmente com vários de vocês (inclusive Beto Lani), só rola lado A. Uma vez, eu ainda estava no DD e pensei em montar um cover com @Lânio Araújo e Raffa Cordeiro pra ganhar uma grana extra. Tava numa época complicada de grana. Montamos repertório, mostrei ao @roberto leite e a resposta dele pra mim foi: "não vai colar...tá cheio de lado B. Você só consegue tocar no stone e no Studio com esse repertório." 
Tinha coisas feito The Cult, Motley Crue, Kiss....coisas que INACREDITAVELMENTE são lado B pra esse povo. mas nem levamos a ideia pra frente. Depois chegamos a montar um cover de Faith no More e Alice in Chains eu Lânio, Heitor Silva, Rafael Dinnamarque e Tedy Zefferino...iamos tocar apenas isso, com todos lados B. Até que vimos que podemos ter isso pra divertir, mas não pra querer viver disso...os ensaios estavam foda...mas não conheço quase ninguém em BH que conheça mais q 3 a 4 músicas do FNM e mais do que 6 do AIC. numa boa, os repertórios das bandas se repetem dia a dia pq vc sabem que não adianta colocar nem um lado B de Guns, Led, AC/DC, Floyd que o público em geral não gosta, torce o nariz. No nosso caso, nunca nem chegamos a mostrar ensaio pra ninguém. Se o público fosse bom, vocês mesmos se arriscariam a tocar lados B, C, D e E e apresentar coisas novas pra eles. Mas nem vocês se arriscam pq sabem que vai ser furada e ninguém conhece. O próprio Hard n Heavy sofreu pra caramba por muito tempo e já cogitaram em acabar há tempos atrás pq eles tocam muito mais lado B que todas as bandas de cover de BH juntas. Ou seja, vcs mesmos não se arriscam pq sabem que seu "público" não compra sua ideia. A coisa é tão séria, que nem o VJ das casas está autorizado a colocar nada diferente. Adorava qnd o Jeff Fernandez Jr... ralava lá pq ele soltava só coisa foda e diferente: Pantera, Sepultura, Rebel Meets Rebel. e ao invés do público ir atrás dele e perguntar: o que que é isso cara? onde acho? nego torcia o nariz pq conhecia aquilo que tava tocando. Tanto que 90% das bandas tocam as mesmas musicas do led, do doors, do Metallica, do Bon Jovi, do Pearl Jam, do sod,...pq? pq nenhum de vocês se arrisca a colocar um lado B no repertório e diz ao público: vc gosta dos lados A dessa banda? Vamos conhecer tbm os Lados B. Nem só as que fizeram sucesso são as fodas. Existe mais coisa que isso.

5 - situações que passei em casas de cover de bh:
- primeira: cara você é do rock? eu já fui tbm. q massa...que música é essa que ta tocando?

Era nada mais nada menos que "Here I go Again" ...musiquinha desconhecida...

- a segunda foi uma menina que vira pra mim e pergunta: vem cá ô metal...aqui só toca rock mesmo? #fail

- terceira: uma banda que cujo integrante está aqui tocando Ramones no palco, uma guria ao meu lado, de camisa do ramones me pergunta: qnd que eles vão tocar ramones??? 

- e, por fim, a última...essa meu amigo Carlos Lisboa pode atestar. Qnd o Whitesnake veio a BH naquela tour sozinho, sem o Judas, uma banda fez homenagens a eles no show, tocou mais de 50% do repertório só de whitesnake...houve pessoas que frequentam que não foram ao show do WHITESNAKE pq haviam visto o cover na semana anterior.

6 - Sim, o nível de 95% das bandas covers daqui são sofríveis...traves o tempo todo, vocalistas desafinados e usando pasta de letras (e muitos nem mudam o repertório, como não decoram?) falta de presença de palco, falta de montar show...sobem, executam músicas mal e porcamente em sua maioria, não fazem medleys, não emendam musicas, não improvisam, não brincam no palco. são músicos burocráticos...poucos salvam e vou falar a verdade que pode doer a quem doer: 99% por cento dos melhores músicos que tocam cover hoje, saíram de bandas autorais, dessas que tocavam mesmo no matriz e que foi menosprezada por alguém (que não lembro quem) no post anterior...

a culpa é de vocês? dos donos das casas? dos produtores? Não...vocês apenas se valem de uma situação que já existe...a única culpa suas nisso é aceitar o status quo ao invés de tentar mudar...tentar alterar e sair do lugar comum...tipo, vcs n estão errados, apenas aceitam o caminho mais cômodo...ok, respeito isso. mas não se vangloriem de tocar cover como se fosse um grande feito pois não é....

Antonio Carlos Presi Presi eu não quero saber de Cuiabá, não quero saber de Rio, de RS, de SP...não moro lá...moro aqui e o que vejo é uma cena abafando a outra. quem pegou o início dos anos 90 lembra o tanto de banda de rock e metal que tinha nessa cidade, de autoral e covers e a coisa pifou...os próprios Tia Nastácia, Carne Nua eram da época. assim como Divine Death, Pathologic Noise...a galera dava as caras. os colégios tinham festivais de bandas...havia uma outra mentalidade. quando citei SP é pq vi exatamente isso acontecer lá: a galera tinha bandas de som próprio, começaram a fazer covers paralelos pra tirar grana, depois as bandas covers viraram bandas cópias, nas quais os caras adotavam sobrenome, visual dos músicos...até corte de cabelo igual e tatuagem igual vi...e pergunte como anda lá afundou a cena da cidade...show hoje, se vc tem banda, só no interior pq o interior de sp SEMPRE valorizou o underground de som próprio...aqui Marcel Inhauser, Olórin Tw, Gustavo Moreira Alexandre Oliveira podem atestar com propriedade sobre isso.

Romulo Danelli...sim, tenho certeza disso. ainda há uma resistência em bh...um público que pensa como eu, como o Gustavo Seidler...
vou te falar que esses dias fui num show de death e black metal com meu amigo Daniel Gontijo Draghenvaard lá no meio do santa terezinha dos meus amigos Carina Alok Victor Schimidt Monticelli @daniel @felipe antonio, Markin Divine Mallu Henndrys e te falo: o lugar era tosco, cerveja ruim, o equipto. de som péssimo...e os caras se amarrando, agitando pra caralho, driblando todas as falhas...e tocando som autoral...dando a cara a tapa...foi MUITO foda...os caras transpareciam tanta verdade no palco, tanta sinceridade que me deu nostalgia dos anos 90...do Estrela, Elite, Botecário, Caverna,...

em suma: copiar é fácil...criar é difícil...dar a cara a tapa dói e esconder atrás de hits é cômodo...cada um assume a postura que quiser, mas saiba a estrada que está trilhando....

minha opinião é essa...respeito todos como pessoas, respeito como músicos, respeito as escolhas, mas o que penso dessas escolhas está aqui escrito...sem mais, 
Conrado Salazar

quinta-feira, 10 de abril de 2014

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Banda Lluvia Fúnebre se apresenta com dois shows no Chile

"Lluvia Fúnebre" prepara dois shows e novo material discográfico

A Banda Lluvia Fúnebre faz show no Chile 

Este 12 de abril e 10 de maio, banda local "Lluvia Fúnebre" irá realizar dois shows no Barracuda Bar Llolleo , com a intenção de arrecadar fundos para a produção de seu terceiro álbum de estúdio, que será marcado pela significativa surpresas e com convidados internacionais.

A banda liderada por Matias Francino ( guitarra e vocais ) apresenta o retorno de seus membros originais , Pedro Gonzalez (Bateria) , Emmanuel Herrera (baixo) e novo membro Amanda Jara (vocais ) , observando que já fez a sua estreia em 14 de fevereiro no evento de música " San Antonio Puerto rock" , realizado no Centro Cultural San Antonio.

Se o leitor roqueiro é do Chile ou está de passagem, não pode deixar de ir ao show da banda!

mais informações
http://www.centroculturalsanantonio.cl/index.php/centro-cultural/centro-de-noticias/item/443-lluvia-funebre-preparada-dos-conciertos-y-nuevo-material-discografico

Banda Os Leviatãs fazem show de lçto "Introduzindo Os Leviatãs"



É com muito orgulho que finalmente anunciamos oficialmente o lançamento do nosso disco: 'Introduzindo Os Leviatãs'. O Lançamento ocorre no dia 05 de Abril no Palácio das Artes, na sala Juvenal Dias e começa pontualmente as 19:00 horas. Entrada Inteira R$30,00 e meia entrada R$15,00 que podem ser compradas na bilheteria do palácio ou pelo site: ingresso.com (Lembrando que o ingresso dá direito a levar pra casa um disco da banda) É um disco que transborda Rock n’ Roll com composições em português e com fortes influências tanto de bandas já consagradas da nata do Rock, como: Led Zeppelin, Cream, Black Sabbath, como de bandas atuais como: The Black Keys, Buffalo Killers, Rival Sons. 
"Este disco é a finalização de um trabalho árduo e penoso de ano, praticamente todo o trabalho é independente, tanto nas composições como na gravação até a a arte e na produção do disco. E é este trabalho que os Leviatãs vêm apresentar neste sábado com muito orgulho".(Os Leviatãs)

Abaixo segue links onde você pode conferir um pouco do que vai rolar no lançamento do disco

quarta-feira, 2 de abril de 2014

O primeiro cartão Leda Rocker




Este foi o primeiro cartão Leda Rocker distribuído (1 milheiro somente) Se você tem algum cartão Leda Rocker guardado, tire uma foto com ele e se tiver uma história para contar de como este cartão foi parar em suas mãos ou mesmo algo engraçado que tenha passado ao lado da Leda Rocker , iremos publicar na fan page! Aguardamos seu contato através deste site ou pelo email silveira.leda@gmail.com 

Soul Stone anuncia mudança de nome - The Dark entra em cena!


Recebi via correio na semana passada, um envelope contendo o cd  da banda  de Heavy Metal Mineira  da cidade de Uberlândia- MG que me foi enviado através das mãos do amigo e guitarrista Marcelo Guarato. Fiquei curiosa e surpresa ao abrir, ao ver que se tratava de  um cd com excelente apresentação! Assim que cheguei em casa coloquei para tocar! Você também deve estar curioso(a) meu caríssimo(a) leitor(a).Mas vamos ler um pouco da história da banda e todas as informações que você precisa para ficar por dentro do trabalho destes caras. Apresento-lhe a banda:





Conheci o Marcelo Guarato em uma apresentação onde ele participava da Banda Scourge no Music Hall em 2011/2012. Um guitarrista e tanto! Ele deixou a banda Scourge e agora participa da "The Dark" (antiga Soul Stone).Na ocasião em que estava sendo desenvolvida a arte da capa, ele me pediu ideias sobre a mesma, e para a minha surpresa, ele faz agradecimentos a Leda Rocker.

A banda apresenta o seu terceiro cd intitulado "Metal Machine" em formato full length. Primoriso e cuidadoso trabalho de produção musical e artistica e com musicos competentes, mixagem e masterização por Rodrigo Nepomuceno da Chederrecords Studios.A arte do  "Metal Machine"  foi feita pelo Fernando, vocalista da Banda Drowned de Belo Horizonte e que vem se mostrando muito talento como designer. 
O CD foi lançado no final de 2013 o qual foi possível ser gravado mediante aprovação do projeto da Lei de Incentivo à Cultura numa parceria entre a Secretaria de Cultura e a Prefeitura Municipal de Uberlândia. 

Formado por:
João Paulo (Bass) 
Zafa Gonzaga (Guitars)
Lucas Resende (All Vocals and Keyboards guitars and acoustic guitars), 
Tati Ribeiro ( Drums) e
Marcelo Guarato (Guitars) 

Vocês poderão conferir as faixas

II COLD SHIVER
II FACING EVIL
III END OF HOPE
IV THE DARK
V THE UNBELIEVER
VI EXTREME TENSON
VII SNAKE PIT
VIII EYES ON FIRE
IX ONE PRAYER FOR ALL THE TEARS
X BLACK TOMORROW


  • Sobre a mudança do nome da banda:



A banda teve que substituir o nome de "Soul Stone" para  "THE DARK" (nome da faixa IV do primeiro trabalho)  por existir outra banda com o mesmo nome. Tati Ribeiro e Zafa Gonzaga seguem com outros projetos. O baterista Luiz Lopes entra no grupo agora com Lucas, Guarato e João Paulo. 
"Agora as composições seguem com a banda The Dark - pois o objetivo  é mostra logo a nova cara da banda", anuncia Lucas Rezende
Em breve, eles começam a fazer os primeiros shows, ainda divulgando o “Metal Machine” e mostrando novo material. 

Enquanto isso ouçam a faixa da musica que inspirou o novo nome da banda!

A formação atual da Banda The Dark conta com

Lucas Rezende: vocals, keyboards, guitars, acoustic guitars
Marcelo Guarato: guitars
João Paulo: bass
Luis: Drums

Um pouco sobre a historia :
Formada há dez anos na cidade de Uberlandia MG reunia músicos competentes que mostravam seu talento, principalmente em composições autorais para o heavy metal, A banda Soul Stone que demonstrou a força do metal mineiro participando de vários festivais na cidade e região, o qual acentuam como pontos marcantes em sua trajetória, a abertura de 2 (dois) shows da banda Hangar e também a abertura no tradicional festival uberlandense “Rock Contra a Fome” dos shows das bandas Dr. Sin, MindFlow e Korzus.
Os trabalhos anterios constam dos EP’s “Soul Stone” lançado em 2006 e um segundo EP "First Step Out Of Hell", no ano de 2009, ambos de forma independente.

veja ainda

entrevista concedida ao Jornal Correio de Uberlandia

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No facebook


E aguardem pois eles vem ai com mais um lançamento que irá ser divulgado em breve

Da Redação:

"Ao ouvir o cd posso perceber influencias clássicas  fortes do metal, um pouco de  Judas Priest, Black Sabbath, Slayer... o que me deixa bem a vontade, pois tem uma pegada sutil no inicio da faixa Cold Shiver e segue faixa a faixa em The Dark, a guitarra chora, grita  entre melodias que vaza, atravessa a nossa alma literalmente!
Um banho de Heavy Metal de primeiríssima qualidade".
( Nota de Leda Rocker)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Mobilização da rede social traz a BH Série de Concertos The Beatles na Pça da Liberdade!

A Praça da Liberdade recebe uma atração muito especial neste domingo (6). Com entrada gratuita e regência do Maestro Rodrigo Toffolo, a formação ouro-pretana traz à cidade a Série de Concertos The Beatles, a partir das 11h.

Sucesso de crítica e público, a série chegou a capital mineira graças a uma mobilização via rede social. Cerca de 1000 internautas compartilharam a postagem sobre a possibilidade de um concerto a céu aberto. Até o momento, as publicações alcançaram 40 mil visualizações.
A série The Beatles percorreu diversas cidades do país, incluindo uma turnê por nove capitais brasileiras e participação na International Beatle Week – tradicional evento inglês dedicado à obra dos Beatles –, em Liverpool, onde se destacou em três elogiados concertos, como no Philharmonic Hall de Liverpool, uma das salas mais importantes da Inglaterra.

(fonte SouBH)

Robert Smith após 6 anos está trabalhando em novo álbum! The Cure está de volta!

Seis anos após o lançamento do último álbum de estúdio do The Cure, o vocalista Robert Smith comentou um pouco sobre o novo material no qual a banda vem trabalhando. Em entrevista ao semanário inglês New Music Express, Smith contou que o álbum tem o título provisório de “4:14 Scream”.

Segundo o vocalista, a intenção era lançar um disco duplo, reunindo material que sobrou das sessões do álbum “4:13 Dream”, de 2008, e canções novas compostas pela atual formação do The Cure. Mas a gravadora não está muito interessada nesse formato, o que acabou gerando atraso na produção do novo disco.

“Eu fiquei tão puto que [a gravadora] não iria lançar um álbum duplo, que eu não entreguei as outras músicas”, contou Smith.

A demora também se deu devido a mais uma mudança na formação da banda. “Um monte de coisas aconteceram, infelizmente, com a última formação da banda”, disse o vocalista. “Às vezes as pessoas se esquecem que, mesmo quando você fica mais velho, quando você toca com as pessoas, há uma relação muito intensa lá e quando isso se rompe, então é muito difícil fingir que não importa.”

“Com a última formação, havia uma série de razões pelas quais eu me senti incapaz de finalizar o que estávamos fazendo. Era impossível apenas montar uma nova formação deixar de fora as músicas que não lançamos. Seria errado.”

Sobre o possível nome do novo álbum, “4:14 Scream”, Smith comentou que “é um título terrível”, e complementou: “Andy, que faz as capas, fez realmente um grande trabalho [para o disco], uma espécie de pastiche comigo gritando. Talvez por isso vamos mantê-lo. É uma daquelas coisas de psicologia reversa, onde é tão ruim que é bom.”

Além do novo álbum, que ainda não tem data para ser lançado, o The Cure pretende por nas lojas uma série de DVDs ao vivo e fazer mais uma turnê apresentando alguns álbuns na íntegra, como fez em 2002 e 2011.

Fonte:
Eduardo Guimarães
Território da Musica
www.territoriodamusica.com
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