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terça-feira, 12 de março de 2013

Dia 15 de Março é noite de Rock com Anderson Dionnes




Leda Rocker apoia o trabalho do músico ANDERSON DIONNES que fará apresentação neste dia 15 de março no Berimbau Circo Bar, no Eldorado em Contagem-  MG - Brasil.

Anderson Dionnes será acompanhado pelos músicos  Wellington Zimbra Tinha (Baixo) e Wilks Rogers (Bateria).

Você poderá aquirir o  CD DE LANÇAMENTO  no dia da apresentação!

A Banda VERBO VITROLA - (Motor Rock)  Tocará clássicos do Rock e do Blues de artistas como The Doors, Rolling Stones, Chuck Berry, Beatles e outros. Os mestres da música nacional e internacional emprestam à banda sua genialidade compondo um repertório repleto de energia.

O quinteto conta com Saulo Ferrari (Contrabaixo), Luiz Guilherme (Bateria), Vinícius "Bocão" Marçall (Guitarra, Violão e Voz), Dan (Guitarra, Violão e Voz) e Anderson Ribeiro (Voz).

Serviço:
Anderson Diones e Banda e Verbo Vitrola
15/03/2013 a partir das 22:00 horas
Ingressos
Masculino 15,00
Feminino: 12,00
Local: Berimbau Circo Bar
Av. João Cesar de Oliveira, 452 - Bairro Eldorado -Contagem - MG
O bar não aceita cartões de credito ou débito

Censura 18 anos


Da Redação 



Leda Rocker com Anderson Dionnes

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Vai dirigir? Beba cerveja SEM ÁLCOOL


Quem não quer ser pego na Lei Seca encontra nessas cervejas uma alternativa para não dirigir de forma segura, sem deixar de lado o sabor

De 2008 pra cá, quando surgiu a Lei Seca, muitos motoristas passaram a temer as baladas de fim de semana. Afinal, a diversão ficou comprometida: beber e pegar o volante pode dar muito mais dor de cabeça do que uma simples ressaca. Dependendo do que o bafômetro “dedurar”, o motorista leva pra casa multa, suspensão da CNH, apreensão do veículo e até cadeia.

Uma alternativa encontrada por muita gente foi então apelar para as cervejas sem álcool. Com elas, o sabor é praticamente o mesmo e o motorista, consciente, não se sente tão fora dos padrões sociais por estar em uma mesa com os amigos beberrões – e ainda não estraga a paquera ao ser flagrado com um copo de suco na mão no meio do bar. Tanta cautela não é à toa: de acordo com dados do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, não há limite seguro para dirigir após beber, porque a metabolização do álcool depende de fatores como sexo, peso, alimentos ingeridos e, claro, quantidade de bebida consumida. Além disso, caso o motorista apresente 0,2 mg de álcool por litro de sangue, já está na berlinda.

Sinal Amarelo nas cervejas

Pouca gente sabe, mas a legislação nacional deu um jeitinho até nas cervejas. Isso porque segundo o decreto nº 6.871, de 4 de junho de 2009, que regulamenta a lei nº 8.918 de 14 de julho de 1994, as cervejas com graduação alcoólica de até 0,5% de álcool por volume podem ser batizadas de “sem álcool” e não necessariamente são obrigadas a informar isso no rótulo, o que demanda maior atenção e cuidado por parte dos motoristas.

Mestre-cervejeiro do Grupo Petrópolis, farmacêutico e bioquímico, Alvaro Dertinate Nogueira, de Boituva (SP), conta que o mercado de cervejas não alcoólicas tem representatividade em todo o mundo, inclusive nos países islâmicos, onde o álcool é proibido. “O consumo desse tipo de cerveja é uma opção ou uma necessidade. Em almoços de negócios, por exemplo, tomo a Itaipava 0,0% por opção. Quando vou participar de alguma recepção e não tem ninguém pra me levar de volta pra casa em segurança, também fico na cerveja sem álcool”, destaca.

Receita especial para aquecer só os motores

Tem muita gente que torce o nariz só de ouvir falar em cerveja sem álcool, afinal, cadê a graça? Feita de água, malte, lúpulo e levedura, a cerveja nasceu pra ter álcool, já que durante o processo de fermentação, algo “mágico” acontece: as leveduras passam a consumir o açúcar do malte e, como resultado, produzem álcool e gás carbônico, que deixa a cerveja refrescante e com as conhecidas bolhinhas.

O químico e mestre-cervejeiro Alfredo Luiz Barcelos Ferreira e a beer sommelière Kathia Zanatta, professores do Instituto da Cerveja, da capital paulista, contam que para fazer uma cerveja sem álcool é preciso interromper o processo fermentativo, evaporar o álcool por destilação à vácuo ou filtrar a cerveja com uma membrana muito fina e especial. “Apenas esses dois últimos métodos rendem cervejas totalmente zeradas de álcool”, destacam.

Eles orientam ainda que a cerveja feita com fermentação interrompida costuma trazer mais diferenças no paladar: “elas têm, geralmente, um caráter mais adocicado, muitas vezes com notas acentuadas de lúpulo e amargor mais intenso que as versões convencionais”, assim, por serem mais doces, costumam “encher” mais, tendo um consumo inferior ao das alcoolizadas. Alvaro destaca que, dependendo da técnica usada na fabricação, as características sensoriais da bebida são exatamente iguais aos da “convencional” e “gera inclusive certa confusão nos consumidores que tomam a cerveja ‘estupidamente gelada’, condição que mascara as percepções sensórias”.

Teoricamente qualquer estilo de cerveja pode ser feita sem álcool se o cervejeiro aplicar as técnicas acima mencionadas. Ainda assim, as mais facilmente encontradas são as de trigo e as Pilsen (alemã ou lager americana, como as que temos no mercado).

Freada brusca

Segundo o médico gastrologista e professor da Faculdade de Medicina do ABC, Rene Crepaldi Filho, da capital paulista, apesar de ser considerada sem álcool, as cervejas a 0,5% podem apresentar riscos: “se o motorista resolver tomar dez garrafas desta cerveja, com certeza poderá ser pego pelo bafômetro”, alerta.

Além disso, o médico pontua que esse tipo de cerveja apresenta menos calorias, mas tem um índice glicêmico muito alto, podendo ser perigoso para quem sofre de diabetes. “O grande perigo está no abuso. Quem sofre de cirrose, de diabetes ou alcoolismo pode encontrar problemas nesse tipo de cerveja. Quem exagerar no consumo também não vai ficar isento de riscos na Lei Seca.”

Alvaro concorda parcialmente: “a ingestão de cerveja sem álcool feita pela técnica de fermentação interrompida não é segura para quem vai dirigir. Todavia, temos que considerar o tempo necessário para ‘adicionar’ esse álcool à corrente sanguínea e a sua consequente transferência ao cérebro. Considere uma garrafa de 600 ml de cerveja e imagine o tempo que uma pessoa normal, saudável e com 75 kg demora para ingerir o volume de dez garrafas com essa quantidade de bebida. Levando em conta ainda o metabolismo do corpo humano, haverá uma degradação constante do álcool ingerido, bem como daquele que já está no sangue, por meio do fígado e dos rins, além da sudorese, que é aumentada nesses casos”.

Texto de Juliana Crem, enviado pelo amigo Aguinaldo Vieira Maciel via facebook


Somos Mulheres!



Nesta madrugada fui convidada para dar uma palavrinha sobre o "Dia Internacional da Mulher" no Espaço Rock Bar, sem texto previamente decorado, mas com a minh'alma, falei sobre a importância desta data e por não ser um dia comum, lembranças de tristes dias de 1857, onde  130 operárias em um ato de extrema covardia, morreram queimadas dentro de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque. 

Somos Mulheres! 
E nós, mulheres brasileiras temos motivos para comemorar vitórias conquistadas em um passado recente, quanto a igualdade de direitos, porém o caminho ainda é longo.

Somos Mulheres!
Muitas ainda são vilipendiadas, torturadas, estupradas em silêncio, mães e filhas ainda sofrem violência doméstica, escravidão, discriminação,... isso precisa ter um fim.

Somos Mulheres!
Brancas,negras,pardas,de toda classe social, de todo o mundo, mulheres de atitude e fibra, sozinhas, bem amadas ou não, com seus filhos nos braços, 

Somos mulheres!
Cada abraço que recebo,  direciono as mulheres que já se foram por algum motivo. A cada parabéns, a minha doação segue para as mulheres que sofrem de inanição, maus tratos e miséria.
Hoje é um dia para repensar a posição da mulher no mundo, o caminho da humanidade e o que todos podemos fazer para melhorar.O que conquistamos hoje é fruto da luta e de reivindicações de mulheres guerreiras do passado. O direito ao voto é um deles.

Somos mulheres!
Se guardamos em silêncio a nossa dor, façamos do nosso grito um ato de amor! 
Texto de Leda Rocker

mais informações sobre esta data em 

Dia internacional da mulher



Um poema para a Mulher

enviado em meu facebook por
Scott Ferreira da banda Paz-me!

Vamos falar das coisas lindas da vida,
Como o céu, as estrelas e o luar.
Falar das coisas que nos são queridas,
E porque não, também do que é amar!
Todas as coisas se tornam mais bonitas,
Quando a gente tem do lado uma mulher.
Que nos quer bem, e que todas suas ditas,
É para nos ajudar o quanto ela puder.
O mundo se torna bem mais diferente,
E com outros olhos a gente segue em frente,
Conseguindo tudo o que se pensa e quer.
Nem é preciso se ter muito cuidado,
Quando se ama e nos sentimos amado,
Se temos ao lado, a beleza da mulher!.. 

poema escrito por Élcio Moraes ( SP)

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quarta-feira, 6 de março de 2013

O mundo do Rock está de Luto - Morre Alvin Lee

A Bruxa está solta, e eu sinceramente detesto ficar dando notícias de morte... mas enfim, é triste mas é fato, e agora mais esta:



O Rock'N'Roll está de luto. O músico Alvin Lee morreu, aos 68 anos, nesta quarta-feira (6), vítima de complicações imprevistas após um procedimento cirúrgico de rotina. Lee era integrante fundador, vocalista e guitarrista da lendária banda Ten Years After.
Nascido Graham Alvin Barnes, em 19 de dezembro de 1944, na cidade de Nottingham, na Inglaterra, decidiu ser músico ainda jovem. Aos 13 anos começou a tocar guitarra e aos 22 formou a banda Ten Years After.
Dono de técnica incomum, Alvin ficou conhecido por ser um dos guitarristas mais criativos e virtuosos de todos os tempos. Gravou 14 discos com o Ten Years e outros 14 álbuns em carreira solo.
O Ten Years After fez uma apoteótica participação no festival Woodstock, em 1969, nos Estados Unidos. Relembre este momento singular da história do Rock

CHORÃO nos deixou....




A notícia da morte do vocalista da banda Charlie Brown Jr., Alexandre Magno Abrão, o Chorão, na madrugada desta quarta-feira, abalou fãs e amigos do músico. No Twitter, seu falecimento está no topo da lista dos assuntos mais comentados no mundo. Celebridades próximas do cantor emitiram comunicados oficiais e postaram pêsames nas redes sociais.

"Chorão estava deprimido após separação" -  afirma Sonia Abrão - Prima do cantor.

No dia 6 de abril, a banda tinha um show agendado no Credicard Hall, em São Paulo. A empresa responsável pela apresentação divulgou uma nota lamentando o falecimento do músico. “Neste momento de perda, nos solidarizamos com os demais integrantes, amigos e familiares de Chorão”, declarou. Os ingressos vendidos serão reembolsados. 

Delegado sobre morte de Chorão: “Não acredito em homicídio”

Marta Suplicy, ministra da Cultura, em comunicado oficial: "Soube da morte do Chorão e lamento muito! Jovem, querido por legião de fãs. À família, amigos e fãs escrevo esta mensagem para desejar que tenham forças nesta hora tão difícil."

Rick Bonadio, produtor musical, em comunicado oficial: “É muito triste dizer o quanto sinto pela morte do amigo Chorão. Nos conhecemos em 1996, quando recebi uma demo da banda Charlie Brown Jr. Depois disso, foram oito discos que fizemos juntos. Lembro do dia que o Chorão ouviu pela primeira vez sua música na rádio: seu sorriso e euforia mostravam que ele estava disposto a brilhar muito. E brilhou... O legado das músicas e letras do Chorão sem dúvida influenciaram e vão continuar influenciando muitos jovens e bandas eternamente. Acredito que depois do Legião Urbana, o Charlie Brown Jr. seja uma das bandas mais representativas do rock nacional. Fará muita falta. Como amigo, o Alexandre fará falta pelos papos, pelas novas composições que ele sempre me mostrava e pelo carinho e agradecimento que demonstrava a mim e a meus filhos. Fique em paz Chorão, e como eu sempre dizia pra ele: faz mais um refrão”

Paulo Ricardo, músico da banda RPM, em comunicado oficial: “Foi uma morte muito trágica. Uma grande perda para o pop rock brasileiro. Com seu punk-pop mesclado com hip hop e bons momentos acústicos, Charlie Brown Jr. e Chorão foram a cara de sua geração” 

Marcelo D2, em sua conta do Facebook: “Apesar de toda 'marra', o Chorão era um cara muito carinhoso. Lembro quando ele brigou com os caras do Los Hermanos e todos estavam metendo o pau nele, fui visitá-lo na casa dele em Santos, pra saber como ele estava, e encontrei a mãe dele muito feliz pelo apartamento que ele tinha acabado de comprar pra ela... Um cabra brabo que, do jeito dele, cuidou da família... 

Leda Rocker... O Chorão?! Não. Como assim?! Acabei de saber a notícia através da Mimi...estou triste. Gostava do jeito do Chorão.. jeito só dele.  
Que a família tenha forças neste momento.
veja mais, fotos do apto onde foi encontrado... ( deprimente)

http://g1.globo.com/sao-paulo/musica/noticia/2013/03/veja-fotos-do-apartamento-onde-chorao-foi-encontrado-morto-em-sp.html
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domingo, 3 de março de 2013

A música importa.


Sim! Musica importa. Estude e se torne um musico melhor a cada dia. Deve ser assim! Mas não deposite todas as suas fichas nisso. As pessoas estão interessadas na sua humanidade, não na sua técnica. 

E é claro, nunca se esquecendo do investimento, da Gestão e da Performance. 

A história abaixo reforça um pouco mais esse ponto de vista. Que alias: acho uma visão ingenua do que o público espera de uma apresentação comovente. O lugar que você se apresenta importa, como você vende o seu show importa, como as pessoas ficam sabendo da sua aparição importa... a musica é um detalhe. 

“Um homem sentou-se numa estação de metro de Washington DC e começou a tocar violino, era uma fria manhã de Janeiro; Ele tocou seis peças de Bach durante aproximadamente 45 minutos. Durante esse tempo, já que era hora de ponta, cacula-se que cerca de 1,100 pessoas atravessaram a estação, a sua maioria, a caminho do tabalho.

Três minutos passaram quando um homem de meia idade notou que o músico estava a tocar, abrandou o passo e parou por alguns segundos, mas continuou depois o seu percurso para não chegar atrasado.

Um minuto depois , o violinista recebeu o seu primeiro dólar, uma senhora atirou o dinheiro sem sequer parar e continuou o seu caminho.

Alguns minutos depois, alguém se encostou à parede para o ouvir, mas olhando para o relógio retomou a marcha. Estava claramente atrasado para o trabalho.

Quem prestou maior atenção foi um menino de 3 anos. A mãe trazia-o pela mão, apressada, mas a criança parou para olhar para o violinista. Finalmente, a mãe puxou-o com mais força e o miúdo continuou a andar, virando a cabeça várias vezes para ver o violinista. Esta acão foi repetida por várias outras crianças. Todos os pais, sem exceção, obrigaram as crianças a prosseguir.

Nos 45 minutos em que o músico tocou, somente 6 pessoas pararam por algum tempo. Cerca de 20 deram-lhe dinheiro mas continuaram no seu passo normal. Ele recoletou cerca de 32 dls. Quando ele parou de tocar e o silencio tomou conta do lugar, ninguêm se deu conta. Ninguém aplaudiu, nem houve qualquer tipo de reconhecimento.

Ninguém sabia que este violinista era Joshua Bell, um dos mais talentosos músicos do mundo. Ele tocou algumas das peças mais elaboradas alguma vez escritas num violino de 3,5 milhões de dólares.

Dois dias antes de tocar no metro, Joshua Bell esgotou um teatro em Boston, onde cada lugar custou em média 100 dls.

Esta é uma história real, Joshua Bell tocou incógnito na estação de metro num evento organizado pelo Washington Post que fazia parte de uma experiência social sobre perceção, gostos e prioridades.

O outline era: num lugar comun, numa hora inapropriada: Somo capazes de perceber a beleza? Paramos para a apreciar? Reconhecemos o talento num contexto inesperado?

Uma das possiveis conclusões que se podem sacar desta experiência podem ser: Se não temos um momento para parar e escutar a um dos melhores músicos do mundo tocar algumas das músicas mais bem escritas de sempre, quantas outras coisas estaremos perdendo?”

Texto de Lucas Rinor
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