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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

ESPECIAL - Lançamento do Video Clipe da Banda Jennifer Crazy


Dia 08/12/2012 - 21 horas
Espeto na Folha
 Betim - MG
A Banda Jennifer Crazy irá fazer o lançamento de seu deo Clipe da música "Alive and Suffer" de sua autoria. Terá a participação de músicos de Betim e Belo Horizonte. 
Com muitas surpresas para todos.
Não percam!

Um pouco da História da Banda:




Jennifer Crazy
Inicialmente formada por 3 amigos - Reiner Farley, Renan Borges e Renato Diniz na bateria, que se conheceram no ano de 2005 no colégio e decidiram compartilhar um grande objetivo: formar uma banda de Rock. Entram, posteriormente na banda Carlos Sérgio, como baixista, deixando, assim, que Reiner Farley apenas se dedicasse como vocalista, e Stephano Marcus, como reforço nas guitarras. Depois de algumas apresentações em certo tempo, e da saída de Renato, C. Sérgio apresenta Jonatas Alberth à banda, que assume o papel de baterista, com muita identidade e peso, até os dias atuais. Recentemente, C. Sérgio sai da banda, fazendo com que Renan, passe para o baixo e que Stephano fique na guitarra.

A banda interpreta os maiores sucessos do Alice in Chains, banda dos anos 80/90 que também serve de inspiração para o trabalho próprio da Jennifer Crazy. Assim como influências que vão de Black Sabbath, Metallica, Black Label Society e Soundgarden. E é com este trabalho próprio que queremos alçar vôos maiores, com guitarras potentes, baixo e bateria marcantes e bem trabalhadas, e um vocal capaz de contagiar até o público mais exigente. Nossas apresentações sempre surpreendem as expectativas. Tudo isso graças ao som de alta qualidade, presença de palco marcante, e sobretudo, dedicação de cada integrante ao som executado. Proporcionando que nosso público só aumente com o passar do tempo.

A Jennifer Crazy tem marcado presença em casas de shows e festivais ao longo do tempo. Dentre eles, destacam-se:
Em Betim: Butecológico, The Wall Rock Bar, Porão, Alameda Pub, Rock & Beer, Bar Conexão Cultura, Festivcal de Motociclistas Calangos do Asfalto, Enc. Motociclistas Anjos Noturnos, Festival Planeta Rock, Clube do Rock na quadra Centerbool, Festival Pressão Alívio, Centro Cultural Nenhum dos Mundos
Em Contagem: Rock in Rua, Bar do Pedra Azul, Festival Bh Grunge
Belo Horizonte: Area 51, Matriz, Sede do Motoclube Vutu\'s, Centro Cultural Nem Secos, Mutantes Rock Bar, Lobo Mau Pub do Rock, Woodstock Soccer.
Sete Lagoas: Festival Encontro de motociclistas do Vutu\'s

Nosso maior objetivo, alem de manter a chama do Rock sempre acesa, é fazer com que nosso trabalho seja prioridade e que nossos ouvintes nunca deixem de fazer parte da nossa paixão por boa música.
Integrantes:
Reiner Farley (vocal)
Stephano Marcus (guitarra, vocal)
Renan Borges (baixo)
Jonatas Alberth (bateria)
Telefone:  31 8377-6668  /  31 8217-2273 
E-mail: crazyjenniferband@gmail.com
Origem: Betim - mg (Brasil)
Residência: Betim - mg (Brasil)
Estilo
Grande referência ao grunge do início dos anos 90, com um peso característico de Heavy Metal principalmente por parte das faixas de bateria e guitarras. 
veja mais videos e fotos em  http://jennifercrazy.tnb.art.br/


Dia 08/12/2012 - 21 horas
Local : Espeto na Folha -
Rua Arthur da Silva Bernardes, 65
Bairro Angola - Betim - MG

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Vovô Hendrix!

Se Hendrix estivesse vivo, hoje completaria 70 anos. Fico imaginando... Cara! Como seria isso? Será que ele inovaria em guitarra, pedais, sons, melodias? Será que o rock ficaria diferente? Com outra cara e outros sons? Vovô Hendrix

Em uma de suas colocações, ele seguiu dizendo:

"A música é a coisa mais importante. Estou pensando no meu futuro. Tem de haver algo novo, e eu quero fazer parte disso. Quero liderar uma orquestra com excelentes músicos. Quero tocar uma música que pinta quadros do mundo e seu espaço."
 
Por isso que digo, essas estrelas nascem e como uma flecha de luz, cruzam nosso caminho, iluminam o mundo e se vão.

Parabéns Vovô Hendrix pelos 70 anos! Se você  estivesse aqui conosco, com certeza estaria fazendo muito barulho e infernizando "o pedaço"
texto Leda Rocker

Heranças eternas que o Vovô Hendri nos deixou:

Uma das inúmeras FOTOS
Jimi Hendrix durante apresentação no Reino Unido, 1967 - Foto Getty Images

Um dos DESEJOS

  Hendrix teria dito:  "Gostaria de fazer com a guitarra o que Little Richard faz com a voz".

Algumas das FRASES

 - Para mudar o mundo, você precisa antes mudar a sua cabeça.
- Se eu sou livre, é porque estou sempre fugindo. 
- Quando as coisas ficarem muito pesadas, me chame de 'hélio', o gás mais leve que existe. 
   J.M.Hendrix
Hendrix em sua casa - 1967  Foto Getty Images
Suas MÚSICAS
Up from the Skies,
Highway chile
Purple haze
Voodoo Child
The winds cries mary
if 6 was 9
little wings
Fire
Foxy Lady
All along the watchtower (acho que é assim)
Are you experience
Red House
May this be love
Machine Gun
Wild Thing
Wait until tomorrow
Axis: Bold As Love

sua história

"James Marshall Hendrix nasceu em Seattle, nos Estados Unidos. Sua carreira musical engrenou no início dos anos 1960, período em que tocou em bandas de apoio de artistas como Curtis Knight e Little Richard.
Jimi Hendrix completaria 70 anos nesta terça (27). Tido como o mais influente guitarrista da história do rock, o norte-americano tinha 27 anos quando foi encontrado morto no Hotel Samarkand, em Londres. Hendrix asfixiou-se em seu próprio vômito.
A idade de Hendrix no momento da tragédia ajudou na criação do mítico "Clube dos 27", formado por músicos que morreram aos 27 anos - a última a integrar a lista foi a cantora Amy Winehouse."
 fonte- Último Segundo

Escolhi esses dois videos que falam um pouco da trajetória de Hendrix



Ah! E para que não esqueçamos,  ele deixou um recado:
"Quando eu morrer , quero que as pessoas toquem minha música, enlouqueçam, percam o bom senso e façam o que der na cabeça"

Da Redação


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

2a. Feira Brasileira de Eventos - Captação

CAPTAÇÃO DE RECURSOS

A Lei Estadual de Incentivo à Cultura é um instrumento, criado pelo Governo do Estado de Minas Gerais, de apoio às iniciativas culturais realizadas no estado. O mecanismo da lei consiste em permitir que as contribuições de pessoas jurídicas aos projetos culturais sejam deduzidas do imposto estadual (ICMS) devido pelas empresas. Assim, a lei media a interlocução entre o empreendedor e o incentivador, aproximando produtores, artistas, investidores e público e contribuído para dinamizar e consolidar o mercado cultural em Minas Gerais.

Nesse mercado competitivo, ser diferente, criativo e eficiente cria uma fidelização e também atrai novos clientes. Hoje os consumidores brasileiros querem algo a mais, além de produtos de qualidade. Por esta razão, como estratégia de mercado, é crescente o número de empresas que aderem aos projetos culturais.

Com isto, informo-lhe que a edição da 2ª Feira Brasileira de Eventos está aprovado na Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, necessitando de recursos, que podem ser captados através do ICMS da empresa.

2ª FEIRA BRASILEIRA DE EVENTOS
Valor do Incentivo a Deduzir: R$ 320.000,00
Contrapartida: R$ 80.000,00
Total aprovado: R$ 400.000,00

Lembrando que, segundo a lei, o captador dos recursos tem direito a 10% (dez por cento) do valor total captado.

Atenciosamente,

Ivan Chagas
Produtor Responsável
ivanchagas@ig.com.br
31-9868-8300
CAPTAÇÃO DE RECURSOS

A Lei Estadual de Incentivo à Cultura é um instrumento, criado pelo Governo do Estado de Minas Gerais, de apoio às iniciativas culturais realizadas no estado. O mecanismo da lei consiste em permitir que as contribuições de pessoas jurídicas aos projetos culturais sejam deduzidas do imposto estadual (ICMS) devido pelas empresas. Assim, a lei media a interlocução entre o empreendedor e o incentivador, aproximando produtores, artistas, investidores e público e contribuído para dinamizar e consolidar o mercado cultural em Minas Gerais.
 
Nesse mercado competitivo, ser diferente, criativo e eficiente cria uma fidelização e também atrai novos clientes. Hoje os consumidores brasileiros querem algo a mais, além de produtos de qualidade. Por esta razão, como estratégia de mercado, é crescente o número de empresas que aderem aos projetos culturais.
 
Com isto, informo-lhe que a edição da 2ª Feira Brasileira de Eventos está aprovado na Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais,  necessitando de recursos, que podem ser captados através do ICMS da empresa.
 
2ª FEIRA BRASILEIRA DE EVENTOS
Valor do Incentivo a Deduzir: R$ 320.000,00
Contrapartida: R$ 80.000,00
Total aprovado: R$ 400.000,00

Lembrando que, segundo a lei, o captador dos recursos tem direito a 10% (dez por cento) do valor total captado.

Atenciosamente,

Ivan Chagas
Produtor Responsável
ivanchagas@ig.com.br
31-9868-8300

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ricardo Werther/ Blues - Semana Solidária

Começa a semana Ricardo Werther de Blues

A próxima semana promete ser a mais importante da história do blues nacional. Várias cidades vão realizar o “Ricardo Werther’s Week”, uma série de festivais de blues que tem o objetivo de arrecadar recursos para o músico carioca Ricardo Werther, que está encontrando dificuldades no seu tratamento contra um câncer no intestino.
Cinco capitais vão realizar os shows no dia 20 de novembro. Americana, no interior de São Paulo, organizará o show para o dia 25. Os detalhes sobre locais, ingressos e escalação completa de músicos podem ser encontrados no endereço eletrônico https://www.facebook.com/ricardowerthersweek/events.
Em São Paulo, o minifestival terá presença de músicos importantes do cenário paulista, entre eles o tecladista Adriano Grineberg, os guitarristas Amleto Barboni, André Christovam, Danny Vincent, marcos Ottaviano e Ricardo Alpendre (banda Tomada), o baixista Ricardo Gaspa (ex-Ira!) e ainda a banda Irmandade do Blues e os músicos Marcelo Bueno (Tomada), Paulo Meyer e Sérgio Duarte.
No Rio de Janeiro as atrações são Álamo Leal, Beto Werther (Blues Groovers e ex-Big Allanbik), César Lago, Charles Zanol, Cláudio Bedran (Blues Etílicos), Cristiano Crochemore, Gil Eduardo (ex-Blues Etílicos), Maurício Sahady, Otávio Rocha (Blues Etílicos, Blues Groovers), Pedro Leão e Ugo Perrotta (ex-Big Allanbik).
Em Belo Horizonte -  Stonehenge Rock bar as 21:00hs.  10,00 a entrada. A Big Jam acontecerá com varios musicos de BH dentre eles as bandas: Affonsinho Heliodoro& Ozdeblues,Leandro Ferrari Perfil II,Taxman Blues Rock, Audergang Auder Jr., Péricles Garcia, Bendito Blues. Várias canjas acontecerão e os músicos presentes ao evento assinarão um lista de presença,que será entregue a organização nacional do evento e para o Ricardo Werther.

O Ricardo Werther’s Week é organizado por músicos, produtores e pela revista Blues’n'Jazz, que coordena o evento nacionalmente. O festival também deverá ocorrer em Salvador e Fortaleza.

Artista prestigiado
Ricardo Werther integrou nos anos 90 a ótima banda carioca de blues Big Allanbik, que legou ao blues nacional um dos grandes instrumentistas do gênero, Gilson Szrajbman, o Big Gilson, além do baixista Ugo Perrotta, do tecladista Allan Ghreen e do baterista Beto Werther, irmão de Ricardo.
Com o fim da banda, no começo dos anos 2000, o vocalista engatou uma bem-sucedida carreira solo e lançou em 2010 o excelente “The Turning Point”, bastante elogiado no exterior.
E foi durante os preparativos para a turnê brasileira do álbum que o músico descobriu uma obstrução intestinal. Na cirurgia, os médicos constataram a existência de um tumor maligno, que foi extirpado. O tratamento e as várias internações e cirurgias subsequentes interromperam a carreira e drenaram todos os recursos acumulados em quase 20 anos nos palcos.
“Perdi 53 quilos em pouco mais de um ano, os médicos retiraram mais de 40 centímetros do intestino e tive de passar por uma completa reeducação alimentar. A luta tem sido brava, mas estou me recuperando e não vejo a hora de retomar a carreira”, diz Werther.
O plano de saúde só cobriu uma parte do custos totais do tratamento e ele está recebendo a ajuda financeira de amigos e parentes. Mas ainda é insuficiente para fazer frente à demanda financeira. “Eu e minha família seguramos até onde conseguimos, mas agora estamos realmente necessitados de ajuda de amigos, fãs e de quem puder contribuir.”

“The Turning Point’, o último trabalho de Ricardo Werther
“Conheci o Ricardo em um festival bastante interessante em 2008 no Rio de Janeiro. Fizemos uma jam juntos e depois ele tocou no meu show e no do André Christóvam. Ficamos amigos e mantivemos contato desde sempre. Vamos tentar ajudá-lo no que pudermos”, afirmou Amleto Barboni, um dos organizadores do show paulista.
 A página sobre Ricardo Werther e sua campanha pode ser acessada clicando aqui.
Os amigos e fãs que quiserem contribuir para o tratamento do músico podem fazer por meio dos seguintes dados:
Ricardo Werther
Bradesco / Ag: 3462-2 / Conta: 7588-4 / Ricardo Monteiro da Silva. ou da Renata Faria
CEF
Ag: 0193
Conta POUPANÇA: 00423879-9
Renata Freire Faria – CPF: 030.154.807/23

SERVIÇO SÃO PAULO:
Dia: 20/11/2012 (TERÇA-FEIRA)
Horário: 21h00 Local: Bourbon Street Music Club
Endereço: R. dos Chanés 127, Moema – São Paulo
Informações para a imprensa: heltonribeiro@terra.com.br ou (11) 5072-2765 / 98555- 7702 (Helton Ribeiro)
Fone para reservas: (11) 5095-6100
(ATENÇÃO: O call center faz apenas reservas de mesas, não informa sobre horário, artistas participantes etc.) Couvert artístico beneficente: R$ 50

fonte  http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/comeca-a-semana-ricardo-werther-de-blues/

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Estudio Big Band tremeu com a Sexta Extrema

SEXTA EXTREMA 

conforme eu haiva anunciado, não deu outra o  Estudio  Big Band realmente TREMEU!
Foi uma sexta feira da pesada! Onde as bandas 
Disturbio Sub-Humano  Expurgo Grind se apresentaram no estilo mais podraço!



A Banda Distúrbio Sub-Humano conforme anunciou fez o "pocket show"
  comemorativo dos 12 anos de estrada














com muitos amigos presentes e posso assim dizer, e com propriedade, que parte da nata dos Headbangers mineiros estavam presentes para estremecer a sexta.

 
Sito  alguns amigos de bandas presentes e se eu me esquecer de alguém por favor fiquem a vontade para enviar recado ai abaixo no blog. A banda Kaos Attack esteve em peso, com todos seus integrantes, o Michael amigo da Leda Rocker das antigas e integrante da banda Throll ( Heavy Metal), o Marcelo da Banda Colt 45, pessoal de Contagem... se me lembrar volto para escrever mais.

A História:
Distúrbio Sub-humano, banda Punk da zona leste de Belo Horizonte, constituída em 11/09/2000 com o intuito de transmitir pensamentos Libertários e Protestantes, tendo como o Hard Core e Punk Rock a base desta ideologia e inspirada por bandas como Ratos de Porão, Exploited, Menstruação Anarquika, Cólera... No inicio a banda se chamava Revolução Anarquia e mudou de nome e passou a se chamar  Distúrbio Sub-humano, (A Loucura do Sub-Mundo). Como todo projeto que se inicia, é muito difícil manter a estabilidade e uma boa convivência e a  banda se manteve parada durante quase um ano.Com este tempo houve um aprimoramento e conhecimento melhor junto aos integrantes que permitiu a composição de várias musicas. Passou também por troca de integrantes nestes doze anos, sendo sua  primeira formação composta em 2000 Andrezza  - Voz Daniel Volverine - Guitarra Pigmeu - bateria Marcia - baixo passou por alguns integrantes entre eles Juninho Pobre (Guitarra) em 2002  onde aconteceu a gravação da primeira Demo Tape que foi perdida. gravação em baixa qualidade com gravador de um Micro Sistem. Quem possui essa gravação é Rei ( segundo Enio Junior); nesta mesma epoca sai Juninho pobre e entra Enio Junior (guitarra) que inseriu  influências de HCNY / Hard Core Californiano e Crossover Trash. E com o retorno de Juninho, estabeleceu um som mais trabalhado focado no Hard Core / Crossover, mantendo esta linha até hoje. 
A banda ficou parada nesse periodo de 2002 em busca de uma vocal para substituir Andressa,. 2003  Taty Core assume o vocal do Disturbio Sub-humano definitivamente.  Ainda em 2003 é feita a gravação da primeira demo disc. sendo que Juninho Pobre retorna como guitarrista base. de 2005 a 2006 ocorre o lançamento do primeiro CD do Disturbio intitulado LOUCURAS DO SUB-MUNDO. Entre 2007 e 2008 se retira da banda Daniel Volverine e dá lugar ao Diego Rodrigues que assume o baixo. 2009  Juninho Pobre sai da banda. em 2012 sai Diego Rodrigues e entra Thiago Gallo no baixo. Em 2011 entra Augusto Caballero Bernardo na guitarra.  em 2012 o integrante Thiago Gallo se retira para se formar na faculdade e seguir carreira.  Em Novembro de 2012 com a nova formação estabelecida, entram em estudio para gravação um novo Album.".
A atual formação é:
Taty_Core - Voz
Enio Jr - Guitarra
Pigmeu - bateria
Lucas Fonseca - baixo
Augusto Caballero - Guitarra
Influências:
Cólera, Sub-Atitude, Ramones, Sex Pistols, Ratos de Porão, Suicidal Tendencies, Menstruação Anarquia, Sepultura, Motorhead, Biohazard, Calibre12, Misfits, Nitrominds, Hatebreed, PennyWise, DZK, In-Flames, Rancid, Krisiun, Korzus, entre outros.
Voce pode conversar com o pessoal do DSH acessando o facebook e curtindo a pagina através do
https://www.facebook.com/disturbiosubhumano 

mais noticias sobre o DSH no blog 

http://ledarocker.blogspot.com.br/2012/08/bar-do-brinquedo-aniversario-do-alefe.html

http://ledarocker.blogspot.com.br/2011/07/marquei-presenca.html

http://ledarocker.blogspot.com.br/2012/06/inauguracao-da-sede-estadual-do-vutus.html

para ouvir DSH

http://www.4shared.com/rar/eypIOrHd/Distrbio_Sub-Humano_-_Loucuras.html

veja o video 


no Myspace -
http://www.myspace.com/disturbiosubhumano

 


Imediatamente entra no Estúdio a Banda Expurgo Grind, soltando berros dos melhores para a alegria e adrenalina geral. Ninguém ficou parado e o "mosh" "comeu solto"  


Expurgo








O EXPURGO É UMA BANDA DE GRIND CORE DE BH COM 9 ANOS DE ESTRADA. CRIADA DA JUNÇÃO DOS INTEGRANTES DAS BANDAS SARCASMO, PUTRIFUCINCTOR E DEATH DEALER PARA FAZER GRIND EXTREMO, SUJO E DIRETO.
VINDO DAS RAIZES PUNK, HARDCORE, GRIND, GORE E DEATH METAL O EXPURGO TEM UMA TEMÁTICA AMPLA E IRÔNICA DO MUNDO E DO HOMEM.
EM 2004 O EXPURGO LANÇA SEU PRIMEIRO CD DEMO 'GREY WASTE'

COM ÓTIMA ACEITAÇÃO NO CENÁRIO NACIONAL E INTERNACIONAL DO UNDERGROUND, COM 21 SONS EM 19 MINUTOS... MÚSICAS CURTAS E BARULHENTAS COM UMA 'BRITADEIRA' LIGADA NO FUNDO! VOCAIS ESTÉRICOS E GUTURAIS QUE LEVÃO O SOM A LOUCURA EXTREMA!
Da Redação
Leda Rocker

domingo, 11 de novembro de 2012

Benjamin, do rock ao Country-Folk

Que o Brasil e o mundo saibam que temos músicos excelentes!

Leda Rocker vem apresentar
Benjamin, o Ben de Vitória da Conquista - Bahia


Cantor, compositor, produtor musical e multi-instrumentista, Benjamin é uma figura mítica na Bahia (segundo relato do Lucas Lanne) ao  entrevistá-lo através do http://ahhvah.blog.com/2012/11/07/ahh-entrevista-vah-com-benjamin/

Iniciou sua atividade musical entre 1998/1990 sendo o primeiro instrumento um contrabaixo, ainda na adolescência se apresentava com bandas covers locais tocando Nirvana, Pearl Jam e Radiohead.  Teve uma vivência com  vários instrumentos, teclado, bateria, até assumir como guitarrista e as influências foram se expandindo.
Se diz um headbanger assumido e o heavy metal é algo que mexe com ele e como nenhuma outra música faz, além do Country-Folk.
Após toda experiência e ter passados por diversas bandas, começa a compor em 2007. Concentrou seu trabalho como produtor musical e sua condição humana é ser cantor e compositor.
Como produtor produziu de forma parcial e total, artistas da MPB como Paulinho Pedra Azul, Wander Lee, Elomar Fugeira Melo, Janio Arapiranga, Evandro Correia. Com essa  oportunidade fez arranjos e produziu algumas músicas e gravou o EP “Live From a Dead Room”. Nes mesmo período trabalhou com bandas do cenário rock que gravaram em seu estúdio: Mictian (Doom Metal); Garboso (Rock); Ladrões de Viníl (Rock) e Liatris (Heavy Metal).
Atualmente está em fase de finalização três trabalhos, Rise Again (Tharsh Metal), Dezoito21 (Pop Rock) e Arcabuzz (Maracatu Rock)além da Distintivo Blue (Blues).

 Diego “Albino”, músico e produtor e  Benjamin "Ben", intérprete e compositor são a mesma pessoa.
Se inspira em suas composições em três pessoas que acredita serem os maiores poetas vivos que existem, Almir Sater, Ryan Adams e Fionn Regan.

Ainda sobre o  EP “Live From a Dead Room”, está presente e de forma marcante  a  musicalidade irlandesa de artistas como Glen Hansard e Damien Rice. Sofre as influências dos escritores "Beat" como Ginsberg, Burroughs, Kerouac, Cassady.
A agenda do Benjamim está bem movimentada e neste mês de novembro toca em Vitória da Conquista no dia 17, junto com o Marcelo Jeneci, e a banda O Circulo. Em dezembro estará em Brasília, Goiânia e Anápolis,permanece por lá até antes do Natal. Em Janeiro estará em São Paulo participando do Folk Music Brazil, com data indefinida.

Benjamim deixa um recado ao público dizendo: 

 _ "Desejo tocar, conhecer pessoas, chegar em algum lugar com minha música, e que esse lugar seja simples, mas aberto…o coração de alguém, um sorriso, fazer companhia para um casal que me ouve, um amigo que divide um cigarro com outro, meu plano maior é esse, ser trilha disso aí!"

Agora fiquem com o "Ben", carinhosamente chamado. Assista e ouça seu trabalho


 Baixar o EP “Live From a Dead Room”
http://soundcloud.com/benjamin-folkmusic/sets/live-from-a-dead-room-a-one/

Fanpage no facebook

Casas de shows, bares e pubs de Belo Horizonte e interiores de Minas Gerais, Leda Rocker está responsável por fechar agenda do Benjamim. Entrem em contato através do email  silveira.leda@gmail.com ou (31) 93044209
Aguardo contato
Leda Rocker

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Vamos para o FIM DO MUNDO

ATENÇÃO


CHAMAREI APENAS UMA VEZ


QUEM QUER VIR COMIGO PARA O
 FIM DO MUNDO?

Clique em   CONTATO e deixe o seu recado para LEDA ROCKER
ou envie email para ledarocker@gmail.com

DIA 21/12/2012 .... O MUNDO NUNCA MAIS SERÁ O MESMO!

TABERNA PUB com Palco Aberto todas as Quartas Feiras

 
Rua Timbiras, 3352 - fone: (31) 2514 1414 - Belo Horizonte - MG

Leda Rocker foi visitar o Taberna Pub para prestigiar o  projeto PALCO ABERTO que acontece todas as quartas feiras. Este projeto tem o objetivo de abrir espaço para as bandas de Rock, Pop, Nacionais com trabalhos autorais e também reunir amigos musicos. Qualquer músico pode levar seus instrumentos, subir ao palco e se apresentar.

 
Frederico e Bruno
"Fui recebida com muito carinho pelo produtor Bruno e os proprietários Victor e Fred e tenho a dizer que é Um espaço muito bacana, aconchegante, "clean". Com telão e diversas tvs espalhadas pelos ambientes, espaço aberto para fumantes.
 A área de palco é separada por visores de vidro e portas acústicas. Banheiros limpinhos. O bar é totalmente aberto e espaçoso. Um verdadeiro "Pub".
Um lugar muito legal para encontrar com amigos, fazer novas amizades e tomar aquela cerveja gelada. O chopp, claro, não pode faltar. 
Os proprietários não se esqueceram de nenhum detalhe e a sinuca é a bola da vez!
Com um cardápio variadissimo e de aguçar nosso paladar sendo a especialidade da casa, adivinhem?

Apresentação de Bruno Tapioca - Sitar
Fui ao Taberna a convite do Bruno Tapioca, para ver e ouvir a sua performance junto ao seu instrumento inseparável, o Sitar. Acabei levando comigo o Matias Francino. Guitarrista já conhecido pelo centro da cidade onde  faz apresentações na Praça 7. 
Ele já se encontra no Chile onde irá gravar seu cd de músicas autorais.
Apresentação de Matias Francino - Artista de Rua 

Apresentação de Fred ( Baixista da Banda Throll) na bateria



Em breve Leda Rocker fará uma matéria especial para falar da Banda Throll - Heavy Metal. Banda da década de 90 mais precisamente formada em 1992 e que há  20 anos agita o cenário rock da capital e interior. Neste link vc poder ouvir um pouco do trabalho da banda com as músicas INSIDE OF THE REAL, OBEY AND FIGHT e LAST FLY OF FANTASY
http://bandasdegaragem.uol.com.br/banda/throll 

Da Redação 
Cibele Regina (filha) e Leda Rocker no Taberna Pub

Aconteceu: Tributo a Frank Sinatra


Aconteceu em 25 de outubro deste ano, no Teatro Dom Silvério, em Belo Horizonte, o espetáculo  Tributo a Frank Sinatra.
foto de Christian Pereira
O show levou ao público várias canções imortalizadas por este ícone da música norte-americana, considerado um dos maiores intérpretes do século XX, que se popularizou ao adotar um estilo clássico em seus shows, porém sempre acessível ao grande público.

Igor Guimarães (barítono) foi acompanhado por quatro mísicos, que exploraram sonoridades do Jazz, por meio da releitura de compositores como Cole Porter e Sammy Cahn.

( Piano-regência)

Diego Almeida 
( Piano-regência)

(Baixo)

(Bateria)

 (Saxofone e Flauta)

Leda Rocker não só esteve presente fazendo a cobertura através de fotos e filmagem, como também foi apoiadora deste evento e deixa o seguinte comentário:

_ "O que me deixou bem curiosa e intrigada foi este inusitado tributo; em Belo Horizonte eu nunca ouvi falar de alguém que tivesse a coragem que o Igor teve em interpretar Frank Sinatra. Ele organizou tudo praticamente sozinho. Desde a escolha do teatro, seu figurino, músicos para  acompanhá-lo, escolha do material de divulgação".
Igor Guimarães é muito talentoso,  tem uma voz maravilhosa e  merece ser aplaudido de pé!

As filmagens feitas por Leda Rocker Produções estão em fase de edição aguardem em breve estarão disponiveis para voce conferir este espetáculo.

Voce encontra o Igor Guimarães
http://igorguimaraes.ucoz.com/
https://www.facebook.com/igor.guimaraes.775?fref=ts



terça-feira, 6 de novembro de 2012

"Costureiro" de Elvis, Janis Joplin e Hendrix reabre negocio no Interior de MG

Aos 74 anos, Bill Morgan, o dono de uma das principais boutiques de roupas de couro de São Francisco na década de 60, se refugia nas montanhas mineiras e agora quer voltar a criar as peças clássicas que vestiram os principais artistas hippies americanos


Yan Boechat
Bill Morgan montou um misto de ateliêr, loja e bar na pequena cidade de Itamonte, na divisa de Minas, Rio e São Paulo
Uma pequena casa de três cômodos, com uma varandinha simples e um quintal tomado pelo capim que serve de pasto para um cavalo guarda uma parte curiosa da história da revolução cultural que varreu os Estados Unidos no final da década de 60 e transformou a música e os costumes do ocidente. É ali, às margens da BR-354, a rodovia que liga acidade mineira de Itamonte à estradinha que leva ao Parque Nacional de Itatiaia, na divisa dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, que o homem responsável por desenhar e fabricar as roupas de couro que foram a marca registrada de artistas como Jimi Hendrix, Janis Joplin ou Elvis Presley tem passado seus dias nos últimos meses. Na companhia de quatro pequenas mesas de madeira, um beliche, um fogão a gás de quatro bocas e uma geladeira velha, Bill Morgan, um americano de 74 anos que se auto intitula o “estilista das estrelas”, está tentando fazer renascer o negócio que o colocou no epicentro da contracultura americana nos anos 60 e 70.


Morgan foi dono da North Beach Leathers, uma boutique especializada em roupas de couro em São Francisco, que se transformou em uma espécie de meca para os músicos que começaram a despontar na cena musical hippie do que ficou conhecido como o Verão do Amor, na Costa Oeste dos Estados Unidos, em 1967. É dele parte das jaquetas de couro que Jimi Hendrix usou em sua curta carreira, ou os apetrechos que marcaram as apresentações de Janis Joplin. Grupos e cantores como Crosby, Stills e Nash, Credence Clearwater, Tina e Ike Turner, Jim Morrison e tantos outros que estouraram no final dos anos 60 devem parte de sua identidade estética às peças de couro criadas por Morgan.


São dele também as jaquetas, calças e macacões de couro branco que imortalizaram a fase Las Vegas de Elvis Presley, ou o minúsculo biquíni de couro que atriz Bo Derek usou na capa da Playboy, no início dos anos 80. A partir de uma pequena loja hippie de São Francisco, Bill Morgan chegou a ter 18 unidades da North Beach Leathers espalhadas pelos Estados Unidos e Inglaterra. O faturamento anual passou dos US$ 20 milhões. Nos anos 90, no entanto, tudo começou a ficar grande demais e Morgan perdeu o controle das coisas. Em 2002, sua empresa quebrou e Bill abandonou todo o glamour para viver em uma cabana isolada à beira de um rio no norte da Califórnia para passar o resto da vida pescando trutas. Até que se lembrou do Brasil.


Bill Morgan veio ao Brasil pela primeira vez em 1964, para disputar a corrida de São Silvestre, em São Paulo. “Naquela época era uma prova muito importante, tão importante quanto as Olimpíadas” diz ele. Mas foi em 1965, já com a equipe nacional dos Estados Unidos, que o Brasil entrou de vez em sua vida. “Naquele ano fiquei em quinto lugar e fui tratado como um rei aqui. Então fui ao Rio e simplesmente me apaixonei pelo lugar”, conta. Copacabana fez Bill desistir dos Jogos Olímpicos de 1968, na Cidade do México. “Fiquei só um ano no Brasil, no final de 1966 eu já estava de volta a São Francisco, que estava se transformando na capital da contracultura. Mas foi com peças de couro que comprei em Novo Hamburgo (RS) que iniciei o negócio da minha vida, a North Beach Leathers”, conta ele.
A Guerra no Iraque e a reeleição de George W. Bush foram o incentivo que Bill Morgan precisava para voltar ao seu Shangri-la pessoal. Voltou para a Copacabana de sua juventude, disposto a reiniciar a aventura que interrompera quase 40 anos antes. Mas tanto Bill quanto a praia mais famosa do Brasil haviam mudado. E o americano, tão acostumado ao glamour, à loucura e toda a intensidade do show bussiness, decidiu refugiar-se em uma pequena casa na cidade de Fama, às margens do lago que abastece a usina hidrelétrica de Furnas.


“As pessoas não entendem, mas gosto de ficar sozinho, posso ficar semanas sem falar com ninguém”, conta ele, que, até hoje, não aprendeu a falar português. Morgan se transformou em uma espécie de ermitão.
Até que, quase por acaso, encontrou um antigo amigo das noites de São Franciso, Forest Sprague, um ex-produtor musical americano que, como Bill, elegeu as montanhas de Minas Gerais como lar. “Eu fui a Alfenas fazer uns exames e me contaram que tinha um outro americano morando em Fama, onde eu também tenho uma casa. Quando chegamos lá descobrimos que o tal americano era o Bill”, diz Sprague.

Yan Boechat
Na pequena casa que Bill Morgan alugou em Itamonte, vestidos, jaquetas e calças de couro dividem o espaço com um quadro de Elvis Presley, aquele que, para Morgan, foi um dos seu clientes mais especiais
Forest, que tem uma pousada em Itamonte em sociedade com a mulher, Márcia Bichara, custou a acreditar que Bill Morgan, o homem responsável por costurar as jaquetas de Elvis Presley ou os coletes de Jimi Hendrix estava escondido ali. “Minha mulher convidou Bill a passar o carnaval conosco e ele nos trouxe sua autobiografia”, conta Forest. “Foi ai que percebemos que Bill precisava voltar a produzir aquelas peças históricas, que ajudaram a compor a identidade de toda uma geração”.
Assim, meio que por acaso, no Carnaval deste ano, que Bill Morgan decidiu que era hora de voltar aos negócios em Itamonte, uma cidadezinha de menos de 15 mil habitantes, nos pés da cadeia de montanhas que abriga o Pico das Agulhas Negras. Ele e Forest alugaram a pequena casinha na beira da rodovia e montaram um misto de loja, ateliê e bar. Tudo muito informal, tudo quase amador. Pomposo ficou apenas o nome escolhido pelos dois: Crazy Horse Saloon
É ali que Bill trabalha. Não há hora certa para o Crazy Horse abrir. Sem funcionários, sem quase nenhuma estrutura, o local funciona quando Bill Morgan está disposto. Por vezes, fica semanas fechado. “Mas quase toda a sexta-feira organizamos jam sessions com os músicos daqui, é uma vibração incrível”, diz ele, que garante sentir o mesmo espírito de liberdade em Itamonte que tinha na California de 1967. “E Olha, vou dizer, os músicos daqui não deixam nada a desejar aos músicos de São Francisco”, diz, em um tom quase solene.
A North Beach Leathers estourou junto com as grandes estrelas da música de São Francisco, como Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jefferson Airplane e Carlos Santana, os principais expoentes locais. Foi após uma namorada criar um colete com o couro que havia trazido de Novo Hamburgo que Bill Morgan percebeu que havia um negócio ali. “Começamos a produzir para os amigos, mas rapidamente a demanda começou a crescer, principalmente pelos músicos, que queriam roupas mais extravagantes”, relembra. Naquela época, couro era usado apenas por cowboys e motociclistas. “Mas tivemos uma grande sorte de conseguir alugar uma loja ao lado do Cafe Trieste, um local tradicional da contracultura desde a época dos beatniks. Rapidamente estávamos vestindo todo mundo”.
Todo mundo mesmo. As roupas da North Beach passaram a subir nos palcos de todo o país vestindo gente como Mick Jagger, Creedence Clearwater Revival, Cher, Miles Davis e uma infinidade de atores, lutadores e toda sorte de personalidades daqueles anos intensos. “A loja era repleta de peças que você não via em lugar nenhum, como um simples casaco feito de couro”, relembra George Benson, em uma entrevista recente ao The New York Times sobre a loja de Morgan. “Você entrava e sentia aromas incríveis, sabia que estava lidando com couro de verdade”, disse ele.
Bill Morgan conviveu intensamente com muitos desses artistas. “Não era como hoje, que todo mundo quer agarrar o músico. Éramos quase uma família, todo mundo era amigo”, relembra. De todos os artistas de São Francisco, Bill diz ter sido mais próximo de Janis Joplin e Santana, com quem mantém contato até hoje. “Janis era uma irmã. Uma mulher louca, mas com um coração muito grande. Pouco antes de ela morrer nós percebemos que ela estava no fim, estava muito fundo na heroína”.

Yan Boechat
Bill Morgan (esquerda) e Forest Sprague acham que se conheceram em algum show em São Franciso, nos anos 60, e se reencontraram às vésperas do Carnaval deste ano na pequena cidade de Fama (MG)

Agora aos 74 anos, vivendo de forma isolada no interior de Minas Gerais, Bill está a procura de um sócio para voltar a colocar a North Beach Leathers no mercado. “Preciso de alguém que já esteja estabelecido, com contatos no varejo”, diz ele. “Nossa ideia, além de recriar peças clássicas, que fizeram sucesso no corpo de tantos artistas, é também produzir coisas novas, sempre em couro”.
Apesar de não ter encontrado ainda alguém disposto a investir em sua nova empreitada, ele parece andar feliz em Itamonte. Principalmente depois que as trutas que ele e Forest soltaram no riacho que corta a Estância Rio Acima, a pousada do amigo, estão procriando. “É uma beleza, elas estão crescendo e em breve vamos colocá-las em outras partes do rio e ai poderemos voltar a pescar”, conta ele, ainda um aficionado pelas trutas. “Esse lugar é especial, tem uma energia especial, por isso queremos refazer o que fizemos lá nos Estados Unidos aqui”. Para celebrar o início da nova fase, Bill adotou um dos cachorros que vivem na pousada e ficou responsável por batizá-lo. No melhor estilo paz e amor, o cão ganhou o nome de happy

 Fonte:  Portal Ig 

http://economia.ig.com.br/empresas/2012-10-10/costureiro-de-elvis-hendrix-e-janis-joplin-reabre-negocio-no-interior-de-mg.html

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